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Segunda-feira, 21 Junho 2021
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Artisticamente falando sobre o Dia do Trabalhador

O Dia do Trabalhador é feriado em quase todos os países do mundo. Em Portugal, começou a ser comemorada apenas após a Revolução do 25 de abril. Trago-vos hoje três pinturas relacionadas com a celebração do Primeiro de Maio.

2 min de leitura
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Mariana Silva Gonçalves
Tem 18 anos, é natural de Vila Nova de Famalicão e frequenta a Licenciatura em Português na Universidade de Coimbra. Possui uma enorme paixão pela literatura e pela escrita. Escreve a coluna “Artisticamente falando” no dia 1 de cada mês.

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Hoje, dia 1 de maio, assinala-se internacionalmente o Dia do Trabalhador, uma data que é feriado em quase todos os países do mundo.

A história remonta ao século XIX, mais concretamente ao ano de 1886, em Chicago (Estados Unidos da América), onde ocorreu uma manifestação com cerca de 500 mil participantes que tinham como objetivo lutar pelos seus direitos enquanto trabalhadores.

Em Portugal, a data começou a ser comemorada apenas a partir da Revolução do 25 de abril, ou seja, em maio de 1974.

Deste modo, trago-vos hoje três pinturas relacionadas com a celebração do Primeiro de Maio.

“Muguets no cais d’Anjou”, de Marc Chagall.

Esta é uma pintura cuja criação aconteceu em 1971, pelas mãos do pintor bielorrusso Marc Chagall, na belíssima cidade de Paris. A história por detrás deste quadro tem como inspiração uma tradição francesa do século XVI. Nesta época, o rei Charles IX tinha como hábito oferecer a flor muguet às senhoras da corte para lhes dar sorte. Atualmente, verifica-se que esse costume se mantém, visto que, no Dia do Trabalhador, os franceses oferecem muguets uns aos outros.

“As passadeiras”, de Edgar Degas.

A segunda pintura que destaco é da autoria de Edgar Degas, um pintor conhecido por desenhar bailarinas. Aqui, podemos verificar que duas figuras femininas se encontram a trabalhar e uma delas está visivelmente cansada, uma vez que está a bocejar. Assim sendo, é notório que esta obra de arte retrata o quotidiano dos trabalhadores no final do século XIX, mais concretamente em 1884.

“Os raspadores de assoalho”, de Gustave Caillebotte.

A última pintura que quero apresentar é do pintor Gustave Caillebotte e foi elaborada no ano de 1875, pertencendo ao período impressionista. Esta obra inclui três trabalhadores que estão dentro de uma casa, aparentemente num ambiente burguês. Portanto, representa também a classe operária e, neste caso, o proletariado urbano. Observamos ainda um grande contraste entre o requinte do espaço e a intensidade do trabalho das três figuras masculinas, cujos rostos não são mostrados e quase se confundem com a cor do chão.

Desejo a todos os que têm a preocupação diária de trabalhar um bom descanso neste que, ironicamente, é um feriado que se intitula Dia do Trabalhador.

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Mariana Silva Gonçalves
Tem 18 anos, é natural de Vila Nova de Famalicão e frequenta a Licenciatura em Português na Universidade de Coimbra. Possui uma enorme