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Sábado, 23 Outubro 2021
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Mariana Silva Gonçalves
Tem 18 anos, é natural de Vila Nova de Famalicão e frequenta a Licenciatura em Português na Universidade de Coimbra. Possui uma enorme paixão pela literatura e pela escrita. Escreve a coluna “Artisticamente falando” no dia 1 de cada mês.

Artisticamente falando sobre o regresso às aulas

Três filmes relacionados com o regresso às aulas que se debruçam sobre assuntos da ordem do dia.

2 min de leitura
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Mariana Silva Gonçalves
Tem 18 anos, é natural de Vila Nova de Famalicão e frequenta a Licenciatura em Português na Universidade de Coimbra. Possui uma enorme paixão pela literatura e pela escrita. Escreve a coluna “Artisticamente falando” no dia 1 de cada mês.

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O mês de setembro, que hoje inicia, é sinónimo de regresso e do fim das férias. O sol, a praia e o calor começam a despedir-se para darem lugar ao outono e às suas magníficas cores. É também o mês do regresso às aulas, que se caracteriza pela típica azáfama das crianças / jovens e também dos seus pais.

Deste modo, trago-vos três filmes relacionados com o regresso às aulas que se debruçam sobre assuntos da ordem do dia.

O primeiro denomina-se “Freedom Writers” (em português “Páginas de Liberdade”), um drama realizado por Richard LaGravenese em 5 de janeiro 2007 nos Estados Unidos da América. Este filme é inspirado no livro “The Freedom Writers Diary”, escrito por Erin Gruwell, e relata eventos verídicos, possuindo uma visão bastante crítica do sistema educativo. Numa escola onde era comum a existência de violência racial entre os estudantes e até mesmo preconceito por parte da direção, uma professora de inglês confere voz própria aos seus alunos oriundos de bairros problemáticos de Los Angeles. “Freedom Writers” faz-nos refletir bastante acerca da importância da educação, principalmente.

O segundo chama-se “Dead Poets Society” (“O Clube dos Poetas Mortos”) e a sua estreia ocorreu no ano de 1989 sob a direção de Peter Weir, tornando-se um clássico. O filme narra a história do professor de inglês John Keating, que tem como iniciativa ensinar poesia aos seus alunos (que são apenas rapazes) e, deste modo, recuperar O Clube dos Poetas Mortos, do qual John Keating fazia parte quando estudava naquele colégio norte-americano. Com esta narração, percebemos a libertação de certos códigos sociais através da exploração artística e, por conseguinte, o modo como a literatura faz a diferença na vida das pessoas.

Por último, “The Perks of Being a Wallflower” (“As Vantagens de Ser Invisível”) teve como base o romance escrito pelo próprio realizador do filme, Stephen Chbosky, e foi lançado em 2012. A personagem principal, Charlie, tem apenas 15 anos e, apesar de ser inteligente, possui muitas dificuldades em relacionar-se com as pessoas. No entanto, no ano letivo em que o filme decorre, ele irá esforçar-se para criar laços. É assim que acaba por conhecer os meios-irmãos Sam (por quem se apaixona) e Patrick (que é homossexual em segredo), dois jovens extrovertidos. Todos juntos, antes de irem para a universidade, farão descobertas acerca do mundo real.

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Mariana Silva Gonçalves
Tem 18 anos, é natural de Vila Nova de Famalicão e frequenta a Licenciatura em Português na Universidade de Coimbra. Possui uma enorme paixão pela literatura e pela escrita. Escreve a coluna “Artisticamente falando” no dia 1 de cada mês.