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Vila Nova de Famalicão
Sábado, 23 Outubro 2021
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AUTORIA

Laurisa Farias

9 POSTS
Jornalista brasileira a viver em Coimbra, Laurisa gosta de ouvir e contar estórias. Escreve no dia 6 de cada mês.

Feliz Ano Novo!

No dia 6 de setembro começam as celebrações do Rosh Hashanah, o Ano Novo Judaico. A celebração do Ano Novo judaico é marcada pela introspeção e posterior reflexão sobre nós mesmos.

Eu gosto de viver mesmo caindo

A vida é feita de cair e levantar muitas vezes. Aceitar isso faz parte do processo de crescimento emocional.

Uma visita ao Jardim Botânico da Universidade de Coimbra (ou: envergo, mas não quebro)

São 13,5 hectares de área que permitem viajar pelo mundo sem sair de Coimbra.

Mercado Dom Pedro V é um lugar, não um local

Quando um espaço ganha significados humanos, a partir das experiências das pessoas, torna-se lugar, e “e é aí que mora o coração da geografia humanista”.

Na memória de muitos, mas nem todos lembrarão

No mundo, cerca de 50 milhões de pessoas têm demência e há quase 10 milhões de novos casos a cada ano. Há cerca de 200 mil pessoas com demência em Portugal.

Estou-me nas tintas, pero no mucho

Portugal é um país muito rico em expressões idiomáticas. A minha favorita é “estou-me nas tintas”. Estou perdida de amores por uma que aprendi recentemente: De Espanha, nem bom vento nem bom casamento.

Poética do oxímoro

O oxímoro é uma figura de linguagem que contém duas ou mais palavras ou ideias que são antagônicas entre si, ou seja, seriam, a priori, mutuamente excludentes. Oxímoro está no ADN das ironias mais sofisticadas. Atualmente, um dos oxímoros que mais tem sido usado é “silêncio ensurdecedor”, para denunciar a falta de ação, principalmente por parte de dirigentes políticos. Mas aqui vou-me ater a como oxímoro é usado de forma digamos poética. Diz-se que Camões foi o primeiro a usar oxímoro em toda a extensão de um poema, quando compôs “Amor é um Fogo que Arde sem se Ver”.

O voluntariado proporciona oportunidades únicas

Era um trabalho puramente braçal, árduo (especialmente por causa do calor), fisicamente desafiador. Essa dureza, no entanto, não era sentida em razão do significado do nosso trabalho. Não estávamos apenas a escavar o solo em posições que ficavam incômodas depois de certo tempo, a tirar pedras, a carregar baldes de terra. Estávamos a resgatar uma parte importante da história de Portugal. 

Poesia não é luxo

Devaneio é palavra pouco usada. Seus sinônimos mais usados são, meio que equivocadamente, sonho e quimera. Gosto mais ainda do verbo: devanear. Percebi-me do equívoco quando li um trecho de um autor que não conhecia, mas teve um enorme impacto em mim: existem cantos sombrios em nossa alma que só podem ser iluminados pela chama de uma vela.

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