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Vila Nova de Famalicão
Sábado, 31 Julho 2021
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José Tinoco
Natural de Pousada de Saramagos, é licenciado em Gestão de Empresas e pós-graduado em Finanças Empresariais. É economista, contabilista certificado e especialista em fiscalidade. É fundador e CEO da Ponto Mais. Escreve no dia 17 de cada mês.

Bazuca europeia: será mais uma vez pólvora seca?

Embora com algumas reservas, estarei esperançoso de que a “bazuca europeia” não seja, como no passado, um caderno de boas intenções e que no final seja apenas “pólvora seca”.

5 min de leitura
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José Tinoco
Natural de Pousada de Saramagos, é licenciado em Gestão de Empresas e pós-graduado em Finanças Empresariais. É economista, contabilista certificado e especialista em fiscalidade. É fundador e CEO da Ponto Mais. Escreve no dia 17 de cada mês.

Famalicão

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Ontem mesmo foi aprovado e apresentado, com pompa e circunstância, o PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, mais conhecido como a “bazuca europeia”. Assistimos à formalização do PRR pelos nossos governantes acompanhados pelos mais altos cargos da Comissão Europeia.

Definem-se como grandes linhas de atuação a transição digital, a economia ambiental e a modernização da Administração Pública, para além do enfoque na inovação e produtividade empresarial. Em teoria são objetivos muito válidos. Na prática logo veremos.

Desde logo, e à cabeça, há um conjunto de boas intenções na transição digital da Administração Pública. Desde o SNS, às escolas, passando por outros organismos do Estado, penso que todos estamos de acordo da necessidade urgente de evolução da Administração Pública.

Tirando raras exceções, como é o caso da Administração Tributária, o Estado está já a anos-luz da evolução tecnológica promovida pelas empresas em geral. Não consegue acompanhar a necessidade das empresas e dos cidadãos. É até um entrave, em muitos casos, ao desenvolvimento da economia. Evidencie-se que cerca de 70% dos fundos do PRR serão para a máquina do Estado.

Sublinho, mais uma vez, que considero um excelente objetivo, mas que quanto ao seu sucesso me mostro muito cético. À semelhança do que acontece na iniciativa privada, não se consegue esta transição digital se os recursos humanos e as organizações não se prepararem devidamente, formando, c