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Vila Nova de Famalicão
Segunda-feira, 1 Março 2021
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Elvira Maria Costa
Elvira Maria Costa
Estudou Ciências Sociais, adora psicologia e escreveu um livro de poesia. Ainda não desistiu da ciência da felicidade e procura palavras ainda por inventar. Escreve neste jornal no dia 18 de cada mês.

Cansaço

Hoje, amanhã e depois seremos a esperança do amor embutido na fé dos sorrisos e dos abraços eternos.

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Elvira Maria Costa
Elvira Maria Costa
Estudou Ciências Sociais, adora psicologia e escreveu um livro de poesia. Ainda não desistiu da ciência da felicidade e procura palavras ainda por inventar. Escreve neste jornal no dia 18 de cada mês.

Famalicão

Com menos casos de covid-19, Famalicão tem risco “moderado” de contágio

Segundo o relatório divulgado nesta segunda-feira, dia 1 de março, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), o número de casos de covid-19 em Vila Nova de Famalicão voltou a diminuir. O novo relatório dá conta de 230 novos casos por cem mil habitantes nos últimos 14 dias.

ACIF promove formação para desempregados

Estão abertas as inscrições abertas para o curso de Operador de Distribuição. As aulas serão realizadas em horários laboral.

Júlio Brandão, a livraria de Famalicão que o Estado Novo impediu que fosse editora

A vida da livraria Júlio Brandão foi breve e atribulada, mas intensa. Abalou o mercado livreiro português, pelo arrojo em editar livros políticos de autores marxistas e maoristas, considerados malditos pelo regime do Estado Novo. E abriu portas a jovens investigadores portugueses. Como José Pacheco Pereira.

Doze alunos de Famalicão seguem em frente no Concurso Nacional de Leitura

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Cansaço

Cansaço de tudo e de nada

De dias cinzentos, frios, sombrios

Cansaço do vazio

Das vozes mudas que gritam no meio de um confinamento de saudade

De falta de calor

Do brilho do sol

Da correria e das risadas das crianças na rua

Nos recreios da escola.

Cansaço de relações estereotipadas

Silenciosas

Absorvidas pelas redes sociais

Pela monotonia

Pela palidez de corpos rígidos sem gemidos de paixão

Amor solarengo

Abraços eternos.

Falamos mais de amor do que sentimos

Damos

Demonstramos.

Estamos preocupados em parecer em vez de ser.

Hoje tudo é medido para que ninguém dê pela medida maior.

Onde estamos?

Até quando deixamos a fé na gaveta

A esperança em casa

A paixão nos livros

O amor entregue a Camilo ou Eça?

Até quando deixamos de ver só o que é nosso

E aprendemos o significado de compaixão?

Hoje, amanhã e depois seremos a esperança do amor embutido na fé dos sorrisos e dos abraços eternos.

Até lá a construção deve de ser ao segundo sem perder a capacidade de ver e sentir do que nos está mais próximo.

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Elvira Maria Costa
Elvira Maria Costa
Estudou Ciências Sociais, adora psicologia e escreveu um livro de poesia. Ainda não desistiu da ciência da felicidade e procura palavras ainda por inventar. Escreve neste jornal no dia 18 de cada mês.