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Vila Nova de Famalicão
Domingo, 7 Março 2021
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Mariana Dewasmes
Mariana Dewasmes
Tem 19 anos, é aluna de Gestão na Universidade do Minho e apaixonada por maquilhagem, música e pela ideia de que este mundo possa vir a ser melhor. Escreve no dia 9 de cada mês.

Desabafo: o estado atual das coisas

Estou triste. Estou triste, mas, sobretudo, desiludida. Desiludida com o país em que vivo. Sinto que estou num circo, não é essa a sensação que vos dá?

2 min de leitura
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Mariana Dewasmes
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Tem 19 anos, é aluna de Gestão na Universidade do Minho e apaixonada por maquilhagem, música e pela ideia de que este mundo possa vir a ser melhor. Escreve no dia 9 de cada mês.

Famalicão

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Hoje não tenho forças para deixar aqui uma reflexão elaborada sobre o que quer que seja. Vou deixar apenas um (acho que lhe podemos chamar assim) desabafo. E eu sei que já é um tema mais que abordado, mas é o que me vai na alma. Não consigo evitar.

Estou triste. Estou triste, mas, sobretudo, desiludida. Desiludida com o país em que vivo. Melhor dizendo, desiludida com as pessoas que o habitam e ainda mais com aquelas que o governam. A forma como toda a situação atual está a ser gerida deixa-me assim.

Em primeiro, temos a insensatez de muita gente, que por muito tempo achou por bem ignorar algo tão simples quanto o uso de máscara e andar por aí “ao monte”. E por esses, pagam todos. Lindo.

E agora, relativamente ao segundo aspeto.

Até há duas semanas, o governo andou a implementar medidas quase apenas para “inglês ver”, como o fecho de todas as superfícies comerciais às 13h00 aos fins de semana, o que acabou por concentrar mais pessoas, nomeadamente nos super/hipermercados. No entanto, e apesar de terem visto que isso não nos levava a lado nenhum, não houve sequer tentativa de reavaliar essa medida e de pensar noutras que realmente marcassem a diferença.

Chegamos ao Natal e ao Ano Novo e, já prevendo que os números iriam disparar, decidiram não apertar onde realmente poderiam prevenir o estado a que as coisas chegaram. Enfim, sem comentários.

Deixaram a coisa andar, correr, saltar e atentem para onde estamos agora… Mais um confinamento obrigatório, que já não chega a miséria que o “bicho” traz para quem o contrai e é sintomático, mas, mais uma vez, trata de arruinar negócios, vidas, famílias… e no fim, depois de tudo isto, ainda há pessoas iluminadas a organizar ajuntamentos e afins…

Tudo isto, para não falar da forma como a vacinação está a ser gerida, que ultimamente a única coisa que se tem visto são vacinas a ser administradas a quem não está inscrito nesta primeira fase do processo, porque são primos e amigos do filho do batateiro…

Sinto que estou num circo, não é essa a sensação que vos dá?

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Mariana Dewasmes
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Tem 19 anos, é aluna de Gestão na Universidade do Minho e apaixonada por maquilhagem, música e pela ideia de que este mundo possa vir a ser melhor. Escreve no dia 9 de cada mês.