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Vila Nova de Famalicão
Sábado, 31 Julho 2021
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Elvira Maria Costa
Estudou Ciências Sociais, adora psicologia e escreveu um livro de poesia. Ainda não desistiu da ciência da felicidade e procura palavras ainda por inventar.

Num mundo sem rei nem roque mesmo aqui ao lado!

No reinado onde não há pão e todos ralham mas ninguém tem razão vivemos num mundo de regras com alíneas de exceção.

3 min de leitura
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Elvira Maria Costa
Estudou Ciências Sociais, adora psicologia e escreveu um livro de poesia. Ainda não desistiu da ciência da felicidade e procura palavras ainda por inventar.

Famalicão

Os famalicenses têm o direito à verdade e não à manipulação

Os famalicenses têm o direito de saber o que está a ser feito na cidade, como está a ser feito e porque está a ser feito. Têm direito à verdade dos factos em vez de manipulação cosmética da realidade.

Famalicense Injex entra na Câmara de Comércio Luso-Alemã

A Injex, empresa especializada na produção de componentes técnicos em plástico pelo processo de injeção para todo o tipo de máquinas, aposta na internacionalização.

Está na hora de quebrar o ciclo

Precisamos de quebrar o ciclo de políticas desadequadas aos desafios que vivemos, precisamos de um novo ciclo de políticas públicas assente numa visão ecocêntrica e sustentável – e esse momento é agora!

Continental promove inclusão social com programa de estágio e emprego

A empresa recebeu quatro pessoas com necessidades especiais para realização de um estágio no âmbito do programa de cooperação com a ACIP e o IEFP. Duas destas pessoas são hoje membros efetivos da empresa.
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A maneira e as maneiras ou manias de como os pais controlam seus filhos adultos costuma ser tão sibilina que daria para escrever um livro de trás para a frente.

Uma espada com dois bicos.

Chantagem emocional, palpites, opiniões, bons conselhos, dependência mascarada de independência, incapacidade de cortar o cordão umbilical.

Quando os filhos regressam a casa dos pais por inabilidade para ser autónomos, devido a relações fracassadas, frustradas ou até destruídas por excesso de pessoas, tornam-se muitas vezes presas de pais tiranos que nunca cortaram o cordão umbilical.

A dependência nos cuidados dos netos e a desresponsabilização de uma geração que não aprendeu de forma autónoma a ser adulta e responsável pelas suas decisões e escolhas aprisiona gerações em relações parentais doentias, controladoras e manipuladoras.

A fuga é difícil e muitas vezes quase impossível pois a crença de dependência tornasse uma epidemia sem vacina à vista.

E assim se destrói relações que vivem prisioneiras de pais manipuladores, chantagistas emocionais e falsos dependentes pois controlar a vida dos filhos tem um sabor agridoce que os afasta de novelas e passeios ao campo.

Tambem hoje e porque vivemos com portas semi cerradas e não fechadas, assistimos a que do outro lado da porta aberta.

Se tropeçamos cada vez mais com pais e mães incapazes de viver sem controlar a vida de filhos adultos também debaixo do tapete encontramos jovens filhos tiranos.

Estes filhos sem limites e sem regras, filhos de uma geração laissez faire, aprenderam desde o berço a controlar e m