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Vila Nova de Famalicão
Sábado, 31 Julho 2021
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Elvira Maria Costa
Estudou Ciências Sociais, adora psicologia e escreveu um livro de poesia. Ainda não desistiu da ciência da felicidade e procura palavras ainda por inventar.

O amor não dói

Amor, onde andas tu que tanto és procurado, falado, construído e destruído.

2 min de leitura
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Elvira Maria Costa
Estudou Ciências Sociais, adora psicologia e escreveu um livro de poesia. Ainda não desistiu da ciência da felicidade e procura palavras ainda por inventar.

Famalicão

Os famalicenses têm o direito à verdade e não à manipulação

Os famalicenses têm o direito de saber o que está a ser feito na cidade, como está a ser feito e porque está a ser feito. Têm direito à verdade dos factos em vez de manipulação cosmética da realidade.

Famalicense Injex entra na Câmara de Comércio Luso-Alemã

A Injex, empresa especializada na produção de componentes técnicos em plástico pelo processo de injeção para todo o tipo de máquinas, aposta na internacionalização.

Está na hora de quebrar o ciclo

Precisamos de quebrar o ciclo de políticas desadequadas aos desafios que vivemos, precisamos de um novo ciclo de políticas públicas assente numa visão ecocêntrica e sustentável – e esse momento é agora!

Continental promove inclusão social com programa de estágio e emprego

A empresa recebeu quatro pessoas com necessidades especiais para realização de um estágio no âmbito do programa de cooperação com a ACIP e o IEFP. Duas destas pessoas são hoje membros efetivos da empresa.
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O amor não dói.

Doem os olhos de chorar, o coração de se sentir diminuído a alma de ser apunhalada.

Vivemos entre o amor, o desprezo, o ódio, a maledicência, a chantagem, a coação, o poder, a psicopatia, a sociopatia, os distúrbios de personalidade, o machismo exacerbado camuflado de igualdade na relação.

Vivemos ainda em pleno século XXI com vítimas oprimidas, dependentes monetariamente, afetivamente e psicologicamente.

Vítimas de sonsos e sonsas com excesso de sal, dissimulados de exageradamente doces.

Atores e atrizes com doutoramentos em coação.

Cada vez é mais importante desconstruir preconceitos.

Uma relação não é saudável quando envolve comportamentos desrespeitosos, controladores e abusivos.

A agressão física não é a única forma de violência contra as mulheres, os filhos ou até mesmo os homens.

Vivemos relações sobreviventes, em cuidados paliativos, ou ainda com falecidos que ainda vivem, comem e andam.

Assistimos a filhos órfãos de pais vivos.

Pais amnésicos, perturbados, destorcidos, desvinculados, gelados, petrificados no seu papel de pais.

Em que sociedade vivemos?

O Vitor almoça com o filho em 20 minutos de 15 em 15 dias.

Não sabe sequer quem é o filho …, 20 minutos não dá sequer para saborear o belo prato e a companhia do filho.

O João apenas dorme em casa e almoça com a família ao domingo, não sabe sequer a roupa que a mulher vestiu ontem, desconhece o cheiro e o doce sabor de Madalena.

A Ana não aguenta mais os filhos, diz que precisa de férias longe deles, na quarentena só queria que recomeçassem as aulas dos miúdos.

O património está todo no nome da empresa do António uma sociedade anónima.

É preciso salvaguardar egoisticamente o que reivindica ser só sua pertença.

A mulher é