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Vila Nova de Famalicão
Sexta-feira, 12 Julho 2024
Agostinho Fernandes
Agostinho Fernandes foi Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão entre 1983 e 2002, eleito pelo Partido Socialista.

A nossa cidade está sitiada por superfícies comerciais

Uma nova superfície comercial nas traseiras do hospital? Penso que não passará de boato ou brincadeira e que nem sequer haverá estudos adequados a pretensão tão descabida.

4 min de leitura
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Agostinho Fernandes
Agostinho Fernandes foi Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão entre 1983 e 2002, eleito pelo Partido Socialista.

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Não lobrigo facilmente onde se gasta hoje tanto dinheiro municipal. Porque não deve haver um razoável serviço de dívida, depois de se concessionar a recolha do lixo e o abastecimento de água; de não se construir nenhuma habitação social – enfim, talvez para que os empreiteiros possam reinar e fazer o que querem no concelho –, como se o mercado resolvesse os graves problemas da habitação entre nós…

O mercado é que está a dar e resolve – diz-se e pensa-se o que é bem pior –, não havendo música mais sonora e tranquilizante para os ouvidos sensíveis de alguns políticos e construtores civis.

A nossa cidade de Vila Nova de Famalicão está sitiada por superfícies comerciais em excesso e a opção caída do céu, a norte do Parque de Sinçães, gorou-se a o projeto de construção de 600 habitações em perspetiva residencial urbana, em terrenos de boa salubridade para se viver desafogadamente e com bastante qualidade, como se o PDM estivesse morto ou exilado, tal como o parecer do grande arquiteto Nuno Portas, então consultor urbanista do município, um homem que era Homem também e, ao tempo, consultor em Madrid e outras cidades de grande dimensão. E para quando um pavilhão multiusos que replique com a Casa das Artes eventos de maior dimensão, como concertos, congressos, encontros, assembleias gerais?…

Teria assentado tão bem por ali, ou acima, enquanto já se acena no ar que um novo centro comercial está quase a aterrar nas traseiras do velho hospital.

Penso que não passará de boato ou brincadeira e que nem sequer haverá estudos de mercado adequados a pretensão tão descabida e que melhor assentaria ali para os lados de Nine, Louro, Landim ou até S. Cosme do Vale. Porque não?!…

O mesmo se diga quanto ao que já se ronrona por aí e referente a um novo estádio municipal, na linha do desperdício e disparate nacional que se fez há anos com os estádios de Aveiro e Leiria, enfim, duas “taveirices”, entre outras que podia referir e que agora novos iluminados querem fazer no velho estádio municipal de há décadas. Ou não?… Para dar o salto? Para onde e fazer o quê no existente? Prédios ou atribuir o espaço às escolas ou râguebi, modalidade em que também há famalicenses a porfiar, para além de ser bom massificar e permitir o livre acesso por parte dos cidadãos a quem deseja praticar desporto e desenferrujar as canetas?… Como no perímetro exterior das grandes cidades europeias, nomeadamente, em redor de Londres.

Mais ainda. Anulam-se projetos para chamar outras equipas e assim foi com as piscinas de Ribeirão, com o Parque da Devesa (alterando indecentemente a sua configuração inicial em termos das suas volumetrias atuais em áreas de construção na bordadura florestal a sul), com o pavilhão desportivo de Vermoim, a colocação inestética daquele muro bacoco no belo jardim que rodeia os Paços do Concelho de Januário Godinho e de que Fernando Távora dizia ser em conversa de trabalho “um dos mais belos jardins de Portugal”, para além do despotismo vivido durante 12 anos de má memória no concelho, graças ao desentendimento e ambição desmedida entre alguns responsáveis políticos pela velha disputa pelo poder.

Que aconteceu ao Centro de Ciência Viva e ao Arquivo Histórico já garantido e ao Museu do Surrealismo? Sou dos que pensam que a memória, obra e herança do grande banqueiro Arthur Cupertino de Miranda mereciam muito mais neste particular.

E que aconteceu às duas piscinas prometidas para S. Cosme do Vale e Louro?… Claro que se esperava que os moradores da proximidade da estação ferroviária, desde o tempo meio revolucionário do bom engenheiro Pinheiro Braga, fossem devidamente integrados no plano urbano e civilizacional, mas havia mais a fazer.

Espatifou-se parte da APPACDM e iludiu-se a solução de problemas em aberto na Urbanização de Sinçães. Quem terá ganho com a quarta torre que ali já fumega se, por hasta pública, apenas três foram licenciadas, aprovadas e vendidas?!…

E porquê aquele mamarracho, ainda que boa a ideia de consagrar a figura decisiva do empresário entre nós e do empreendedorismo, à saída de Vila Nova de Famalicão na Avenida do Brasil?…

Melhor que se consagrasse entre nós a memória e os 50 anos do 25 de Abril. Havia sítios mais adequados e penso, ainda hoje, que toda a nossa estatuária foi consensual e mesmo a toponímia referendada, pois a cidade ainda não tinha rei nem roque, consagrando nomes do nosso passado local e histórico, para além de valores e figuras universais: D. Sancho a sul, o padroeiro Santo António a norte, o valor perene da Paz a norte da Avenida dos Descobrimentos, o missionário Tomás Pereira, Nuno Simões, Benjamim Salgado e o maior político famalicense, o senador Sousa Fernandes, e uma das maiores figuras nacionais, o Dr. Bernardino Machado, que repetiu o mandato como Presidente de Portugal também durante a 1ª República e jaz entre nós no cemitério municipal com os seus muitos familiares.

 

Este é o segundo de três artigos de análise à gestão municipal de Vila Nova de Famalicão dos últimos 40 anos, que Agostinho Fernandes escreveu em exclusivo para o jornal NOTÍCIAS DE FAMALICÃO. O último artigo desta série será publicado no dia 8 de julho.

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Os artigos de opinião são da exclusiva responsabilidade dos seus autores e não refletem necessariamente a opinião do NOTÍCIAS DE FAMALICÃO.

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