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Vila Nova de Famalicão
Sexta-feira, 12 Julho 2024
Carlos Folhadela Simões
Formado em Ciências Farmacêuticas, é professor do Ensino Secundário. Cidadão atento e dirigente associativo.

Ano decisivo!

Serão necessários 30 mil professores até 2030.

3 min de leitura
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Carlos Folhadela Simões
Formado em Ciências Farmacêuticas, é professor do Ensino Secundário. Cidadão atento e dirigente associativo.

Famalicão

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Decorreram escassos quinze dias desde o início de mais um ano letivo. O regresso parece associado à saída de casa de todo o país: o tráfego aumentou, o estacionamento escasseia nas zonas escolares, os engarrafamentos nas horas de entrada e saída voltaram ao normal.

Emergiram novamente vários dos problemas que assolam a educação deste país, nomeadamente no agravamento das condições de funcionamento dos estabelecimentos de ensino, onde ao problema da falta de professores e respetiva colocação, somam-se as reivindicações da classe, a utilização do digital, a permissão do uso de telemóveis nas escolas, entre outros.

No que aos professores respeita, constata-se que o governo não pretende abrir mão da sua intransigência no que respeita à recuperação integral do tempo de serviço. A procura de uma solução mitigada e faseada seria benéfica para ambas as partes, mas sobretudo para a tranquilidade do desenrolar do ano letivo.

A precaridade e a famosa, mas malfadada “casa às costas”, foram de alguma forma atenuadas fruto da denominada vinculação dinâmica. No entanto, tudo leva a crer que este poderá ser um presente envenenado, o que justificaria a não adesão de mais de dois mil professores a esta nova forma de vinculação. A cumprirem-se as regras divulgadas, muitos serão aqueles que no próximo ano, voltarão a arriscar-se a ficarem bem longe da sua zona de conforto.

40% dos docentes vão reformar-se até 2030 e a sua renovação geracional afigura-se difícil, 80 mil alunos iniciaram o ano letivo sem professores a uma ou mais disciplinas. Serão necessários 30 mil professores até 2030.

Sabe-se que há zonas geográficas claramente mais afetadas (região de Lisboa e Algarve). Algumas das razões são sobejamente conhecidas. Urge tomar medidas para resolver o problema: tornar a carreira profissional mais estimulante e aliciadora, aumentar salários, apoiar os profissionais deslocados, permitir acumulações com benefício fiscal nas zonas carenciadas, aumentar a exigência, incrementar a autoridade do professor são, entre outras, algumas das perspetivas a abordar e a considerar.

Será também este o ano em que, apesar do aumento da aposta nos manuais digitais, se começa a discutir o uso de dispositivos tecnológicos nas escolas que têm entrado no ambiente escolar e nos processos de aprendizagem.

Pelos resultados obtidos, analisados e avaliados em diferentes países, bem como em estudos que referem que a nossa compreensão é maior quando lemos um texto em papel do que quando o lemos num ecrã, a opção da tutela é de abrir este tema à discussão.

Tem aqui primordial acutilância a reflexão sobre telemóveis. Todos sabemos que, juntamente com os tablets, se tornaram as baby-sitters dos jovens de mais tenra idade.

Assim, a petição que já conta com mais de 19 mil assinaturas a solicitar a restrição/proibição do uso de telemóveis em ambiente escolar será discutida na Casa Mãe da democracia. São já inúmeros os estabelecimentos que restringiram / proibiram a utilização dos mesmos ( o Colégio Moderno fê-lo em 2018, antes da explosão das redes sociais), à semelhança da proibição aprovada em diversos países, como Espanha, França, Itália, Países Baixos, Finlândia, Canadá, Japão, Coreia do Sul e Austrália. Estados Unidos e Inglaterra não optaram pela proibição total, mas por medidas fortemente restritivas.

Não pode nem deve ser só a escola a promover o uso correto do telemóvel, cabe também à sociedade, em particular aos pais, encarregados de educação e adultos em geral.

Precisamos alcançar um equilíbrio saudável entre o digital e o analógico.

Aguarda-se e deseja-se um amplo debate social. O tempo escasseia, as decisões urgem.

Neste que parece ser o ano em que verdadeiramente se retorna à normalidade é, também por isso, um ano decisivo para a progressão e consolidação das aprendizagens dos alunos. Minimizado o afastamento emocional, a desconfiança, a incerteza e o medo será fundamental elevar a importância da “aprendizagem social e emocional”. Empatia, resistência e resiliência, otimismo, autocontrole, confiança, mentalidade construtiva, capacidade de lidar e enfrentar a frustração, ultrapassar a ansiedade foram e continuam a ser armas poderosas para lidar com as contrariedades e garantir e promover o sucesso escolar.

Que seja um ano de incendiar a vontade e predispor para a ação!

 

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Carlos Folhadela Simões
Formado em Ciências Farmacêuticas, é professor do Ensino Secundário. Cidadão atento e dirigente associativo.