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Domingo, 9 Maio 2021
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PAN quer Famalicão livre de herbicidas

Em 2019 o PAN-Famalicão apresentou a Paulo Cunha documento com sugestões de práticas mais sustentáveis. Perante a ausência de resposta e de iniciativas para a adoção de alternativas ao uso de herbicidas, o partido lança manifesto para alertar sobre o assunto.

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A Comissão Política Concelhia do PAN Famalicão quer entidades responsáveis adotem práticas mais sustentáveis no controlo de ervas em espaços públicos e convida os famalicenses a assinar um manifesto por Famalicão livre de herbicidas. O manifesto está disponível aqui.

O PAN-Famalicão lembra que, em 2019, apresentou um documento em reunião com o Presidente da Câmara sendo que esta era uma das medidas incluídas no mesmo. Perante a ausência de resposta e de iniciativas para a adoção de alternativas ao uso de herbicidas, vem agora a Comissão Política lançar este manifesto por forma a sensibilizar os responsáveis locais para esta problemática.

“Todas as indicações são no sentido de evitarmos ao máximo a sua utilização. Contudo, o que vemos é a exceção tornada regra, com aplicações diurnas de herbicida, em horários de movimento, e muitas vezes sem qualquer aviso prévio à população, nos locais de aplicação e sobre os cuidados a ter.” refere Sandra Pimenta, porta-voz da Concelhia, acrescentando “Temos de ser proativos na proteção da nossa saúde e na proteção da biodiversidade. Vamos tornar Famalicão um concelho sem herbicidas, este é o nosso desafio.”

O partido lembra que “a inalação acidental e o contacto com este tipo de compostos representam um risco para a nossa saúde, assim como para a saúde dos nossos animais de forma direta, mas também de forma indireta, devido ao seu potencial carcinogénico”. “Além de que os herbicidas são compostos por substâncias altamente poluentes dos meios hídricos e ecossistemas naturais”, destaca a responsável do PAN-Famalicão.

Para o PAN as alternativas existentes como a monda mecânica, monda térmica e o uso de produtos biológicos devem ser priorizadas. Além de que como em tantas outras situações, em que está em causa a saúde pública, o princípio da precaução deve, obrigatoriamente, ser adotado, defende o partido. Também a proteção da natureza, da fauna, da flora e dos recursos hídricos não pode negligenciada em detrimento de práticas com esta.

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