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Domingo, 9 Maio 2021
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Obras junto ao estádio “são ilegais”. Câmara tem “postura meramente reativa”, diz o PS

Pedras soltas polémicas em obras da via pública à porta do Estádio de Famalicão. Partido Socialista alertou para o risco da situação e pede providências. Paulo Cunha diz que a obra é ilegal e responsabiliza um promotor imobiliário.

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Famalicão

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O presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, diz que as obras na via pública de reabilitação urbana e de construção de uma rotunda na Rua de São Julião, em Calendário, junto ao Estádio Municipal de Famalicão, “são ilegais”.

A surpreendente revelação do autarca da maioria PSD-CDS foi feita em reunião do executivo camarário, realizada esta quinta-feira, após ter sido interpelado pelo vereador Vítor Pereira, do Partido Socialista.

Em causa está a utilização de pedras soltas de granito para embelezamento de zonas ajardinadas, sendo consideradas uma ameaça à segurança pública, em caso de tumulto entre adeptos de futebol, dada a proximidade do estádio.

No início deste mês, o Partido Socialista lançou o alerta, sugerindo aos responsáveis políticos a “correção da obra” para evitar “o risco de acidentes futuros”. O NOTÍCIAS DE FAMALICÃO foi o primeiro jornal famalicense a dar a notícia, em 2 de abril.

Em resposta às questões levantadas pelo vereador socialista, o presidente da Câmara, que é também o responsável direto pelos pelouros das Obras Municipais e do Ordenamento do Território, Urbanismo e Fiscalização, respondeu que “a Câmara, quando tomou conhecimento, encetou os procedimentos legais”, empurrando a questão para um promotor imobiliário, sem, contudo, identificar o promotor imobiliário a que se referia.

Recorde-se que as obras em causa são realizadas na sequência da abertura de uma rua entre a Rua de São Julião e a Avenida de França, a poente do Estádio Municipal e do chamado Campo de Treinos, para servir um futuro hotel e uma loja do supermercado Mercadona, que vai abrir este ano.

A postura do presidente da Câmara Municipal é “meramente reativa”, destaca o vereador socialista, lembrando os “eventuais riscos acrescidos” que a obra, já feita, representa.

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