14.8 C
Vila Nova de Famalicão
Sábado, 31 Julho 2021
Partilhar
  •  
  •  
  •  
  • 1
  •  
  •  
  •  
    1
    Share

Delães. Pai e filha acusados de dissipar bens para fugir aos credores

A empresa foi declarada insolvente, deixando por liquidar uma dívida no montante de 148.979,70 euros.

min de leitura
- Publicidade -

Famalicão

Os famalicenses têm o direito à verdade e não à manipulação

Os famalicenses têm o direito de saber o que está a ser feito na cidade, como está a ser feito e porque está a ser feito. Têm direito à verdade dos factos em vez de manipulação cosmética da realidade.

Famalicense Injex entra na Câmara de Comércio Luso-Alemã

A Injex, empresa especializada na produção de componentes técnicos em plástico pelo processo de injeção para todo o tipo de máquinas, aposta na internacionalização.

Está na hora de quebrar o ciclo

Precisamos de quebrar o ciclo de políticas desadequadas aos desafios que vivemos, precisamos de um novo ciclo de políticas públicas assente numa visão ecocêntrica e sustentável – e esse momento é agora!

Continental promove inclusão social com programa de estágio e emprego

A empresa recebeu quatro pessoas com necessidades especiais para realização de um estágio no âmbito do programa de cooperação com a ACIP e o IEFP. Duas destas pessoas são hoje membros efetivos da empresa.
Partilhar
  •  
  •  
  •  
  • 1
  •  
  •  
  •  
    1
    Share

O Ministério Público acusa o gerente de um comércio por grosso de desperdícios têxteis da prática do crime de insolvência dolosa agravado, e a sua filha e sócia, da prática do crime de insolvência dolosa.

A sociedade comercial, com sede na freguesia de Delães, Vila Nova de Famalicão, “foi acumulando passivo ao longo do seu exercício, sendo esse passivo de 348.343,13 euros em 2015”.

De acordo a acusação, ciente da situação da situação da sociedade, “o arguido delineou um plano que visava impedir o ressarcimento dos seus credores, mediante a dissipação do seu património”.

O Ministério Público informa que plano foi colocado em prática a partir do ano de 2014 quando o arguido “deixou de depositar as contas da sociedade na Conservatória do Registo Comercial”.

Como parte do plano para “dissipação do seu património”, a acusação informa que “em abril de 2015, em conluio com a arguida, o arguido constituiu uma outra sociedade transferindo para esta bens da primeira”.

Além disso, “entregou à arguida um veículo automóvel e fez desaparecer outros dois, assim como material informático e de telecomunicações”.

A acusação divulgada pela Procuradoria Regional do Porto descreve que o arguido “deu sumiço a saldo de caixa e a quantias que recebeu de clientes, mas que nunca entraram nas contas bancárias da empresa nem serviram para efetuar pagamentos por conta desta”.

Em fevereiro de 2016 a insolvência da sociedade foi pedida por um dos credores, acabando decretada por sentença do Tribunal Judicial de Braga – Juízo Central do Comércio de Vila Nova de Famalicão.

A empresa de desperdícios têxteis ficou com uma dívida por liquidar, incluindo dívidas laborais, no montante de 148.979,70 euros.

Comentários