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Vila Nova de Famalicão
Sábado, 31 Julho 2021
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Eduardo Oliveira quer a construção de um novo hospital público em Famalicão

Candidato socialista à presidência da Câmara Municipal de Famalicão diz que a saúde é “a prioridade” no pós-pandemia. Eduardo Oliveira propõe a captação de fundos do Plano de Recuperação e Resiliência para a construção de um hospital moderno e apetrechado para servir as necessidades de toda a população.

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Famalicão

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Eduardo Oliveira, candidato do Partido Socialista à presidência da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, exorta as restantes forças políticas que se apresentam localmente às eleições de 26 de setembro que “assumam a saúde dos famalicenses como a principal prioridade no pós-pandemia” e se juntem ao seu partido para “lançar um grande movimento cívico a nível regional para a construção de um novo hospital” no concelho.

O candidato socialista, que é enfermeiro obstetra na Unidade de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA), falava à comunicação social no final da segunda ronda de apresentações dos cabeças de lista do PS nas freguesias, que decorreu no último fim de semana. Desta feita, foram dados a conhecer os projetos e os rostos dos candidatos a presidentes de junta de Oliveira Santa Maria, Vermoim, Ribeirão, Cruz e Gavião.

Em todas as cinco sessões, o também líder da Concelhia do PS Famalicão elegeu a saúde como tema central das suas intervenções, para lembrar que nos primeiros seis meses de mandato da Câmara Municipal saída de eleições “ocorrerá a aceitação obrigatória do processo de descentralização de competências na área da saúde”, nos termos do Decreto-Lei n.º 23/2019, de 30 de janeiro.

“É tarde, mas ainda podemos ter algum campo de manobra, para, com o respaldo da sociedade civil, das empresas, das instituições da economia social e do rico movimento associativo do concelho, avançarmos com um movimento liderado pela Câmara tendo em vista a captação de fundos do Plano de Recuperação e Resiliência para a construção de um hospital moderno e apetrechado para servir as necessidades de toda a população afeta ao CHMA, que são famalicenses, trofenses e tirsenses, num total de cerca de 235 mil pessoas”, salientou.

O candidato socialista à presidência da Câmara diz ter “uma visão de longo prazo”. Conhece a realidade por dentro e tem consciência que “este hospital não poderá crescer muito mais”. Por isso, acrescentou, “há que olhar para o futuro, temos de nos antecipar aos concelhos vizinhos também servidos pelo CHMA e encontrarmos a solução: arranjar um espaço, um local viável e com acessos fáceis, para projetar um novo hospital, moderno, capaz e eficiente. E, claro, que continue a ser em Famalicão”.

Em Ribeirão, onde esteve na noite do passado sábado para oficializar a candidatura da advogada ribeirense Vera Rocha à presidência da Junta de Freguesia da vila, o dirigente socialista afirmou que o “objetivo principal” é o novo hospital, mas que até isso acontecer “temos de continuar a investir em infraestruturas e no apetrechamento técnico do que temos”. Porque, justificou, “os doentes e os profissionais de saúde que lá trabalham merecem sempre mais e melhor”.

Nessa perspetiva, Eduardo Oliveira voltou a defender o alargamento da oferta hospitalar a mais especialidades, “para que os doentes não tenham de continuar a ser encaminhados para Braga ou para o Porto”.

 

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