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Vila Nova de Famalicão
Sexta-feira, 12 Julho 2024
Armindo Magalhães
É arquiteto com formações complementares nas áreas de segurança contra incêndios, acústica e térmica. Fez mestrado em agricultura biológica e faz voluntariado nesta e outras áreas. Interessa-se por permacultura, cinema, artes plásticas, meio ambiente e agricultura. Como artista plástico, participou de bienais e exposições.

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5 min de leitura
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Armindo Magalhães
É arquiteto com formações complementares nas áreas de segurança contra incêndios, acústica e térmica. Fez mestrado em agricultura biológica e faz voluntariado nesta e outras áreas. Interessa-se por permacultura, cinema, artes plásticas, meio ambiente e agricultura. Como artista plástico, participou de bienais e exposições.

Famalicão

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Como disse no artigo anterior, o edifício do Mercado Municipal de Famalicão nunca foi finalista num concurso internacional como estava a ser divulgado. Apenas recebeu um prémio do público, a Câmara Municipal mentiu.

Este concurso também tem um júri. Nesse caso sim, há um escrutínio. Infelizmente Famalicão não ganhou nada, lamentamos. Na categoria que o Mercado Municipal de Famalicão concorreu ganhou este edifício abaixo.

Imagem: site LOOP Design Awards

A nossa arquitetura está de boa saúde e recomenda-se (esperamos que a nova governação camarária lhe dê a atenção merecida).

No prémio principal ganhou um português.

Imagem: site LOOP Design Awards

Por categorias também ganhou um gabinete português.

Imagem: site LOOP Design Awards

Como podem verificar são um gabinete de Braga, um dos arquitetos (Bruno Leitão) é famalicense. Já que somos tão bairristas porque não publicitamos este projeto?

Para mais informação sobre o concurso consultem a plataforma LOOP Design Awards.

Na minha opinião, a arquitetura é mais que a imagem. Comungo a ideia do romano Marco Vitrúvio Polião, autor de “Da Arquitetura”, um tratado sobre a arquitetura e a atividade do arquiteto, escrito no século I a.C..

O Fimitas está associado à estabilidade e ao caracter construtivo da arquitetura, enquanto o Utilitas está relacionado com a comodidade na utilização, e o Venustas, traduz a beleza e o caracter estético.

Embora estas plataformas privilegiem mais a imagem (tem que se ter um bom fotógrafo), não a arquitetura como um todo. A arquitetura não é escultura.

O Mercado Municipal tem o problema central, que é o vidro (que geralmente provoca o efeito estufa), podia ser minorado, mas teria que ser um vidro muito especial e caro. Não vou culpar o arquiteto porque não tive acesso ao caderno de encargos, assim não sei se o mencionou ou não.

Falando agora na sua função, há várias críticas negativas descritas por alguns utilizadores do mercado, como não tenho informação sistematizada não me vou pronunciar.

Vou falar sobre a esplanada que devia ser o espaço público de excelência (para todos uma vez que foi construído com o nosso dinheiro). No entanto, parece uma zona de alimentação tipo centro comercial, para alguns restaurantes e bares tirarem proveito.

Cartaz afixado no Mercado Municipal. Fotografia ARMINDO MAGALHÃES

Além do espaço ser pouco ainda têm o desplante de colocar este cartaz. Será que este espaço é só para “agro-betos”? Também é proibido entrar cães (o que não acontece numa esplanada pública). Fui a casa levar o cão e pelo sim pelo penteei bem o cabelo e mudei de roupa (não vá o diabo tecê-las).

A democracia no seu melhor.

A confirmar temos a publicação de um dos diretores da campanha eleitoral de Mário Passos (Hugo Mesquita, espero que tenha sido por engano) já não tenho dúvidas.

Podem ler o resto na página deste senhor. Está explicado o porquê de só poderem entrar pessoas de “bem”. Só é pena não poderem entrarem cães fofinhos (se calhar podem – não podem entrar rafeiros).

Maqueta e texto de AGENOR GOMES

A segunda obra (que dada à vasta informação que temos sobre as obras na cidade, eu não consegui perceber qual é sua função, mas como sou muito distraído deve ser problema meu).

Este edifício tem como inspiração consciente ou inconsciente (o que não é errado em arquitetura) o icónico Pavilhão de Barcelona do arquiteto alemão Mies van der Rohe, construído em 1929 para a apresentação alemã na Feira Mundial de Barcelona.

Pavilhão de Mies Van Der Rohe em Barcelona. Fotografia: PINTEREST

O que choca na obra de Famalicão é a sua execução que destrói todo o conceito minimalista do projeto. Este tipo de arquitetura implica um rigor de desenho e execução, que basta a diferença de um centímetro para destruir todo o projeto. O que aconteceu neste projeto?

Foi a equipa de projeto que falhou os cálculos, não se apercebeu que aquela cobertura fina ia ceder? Ou foi a empresa de construção que não utilizou as técnicas certas e os materiais (não é fácil construir aquela laje)?