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Terça-feira, 9 Agosto 2022

Riopele lança hoje a sua primeira coleção no metaverso

Empresa reforça aposta no digital e apresenta meta-coleção no QSP Summit, na Exponor, esta quarta-feira, 29 de junho.

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A Riopele vai reforçar a aposta na transição digital e apresenta a 29 de junho, por ocasião do QSP Summit, a sua primeira coleção no metaverso. A empresa famalicense renova a ambição de ser uma empresa líder à escala europeia, e desenvolve uma nova solução tecnológica de ponta ao serviço dos seus clientes.

Esta aposta, de acordo com Rui Oliveira, permitirá que “clientes, fornecedores e parceiros da Riopele possam experienciar os tecidos no mundo digital”. O Diretor de Sistemas de Informação da Riopele realça que “com este projeto, que se enquadra no âmbito dos projetos de digitalização de amostras e de prototipagem virtual de produtos, a Riopele colocará no metaverso todas as ferramentas da empresa para que os clientes possam analisar as coleções, verificarem as funcionalidades e efeito visual dos tecidos em peças digitais com elevado realismo”.

A meta-coleção será apresentada pela primeira vez ao público no QSP Summit, que decorre na Exponor, em Matosinhos, pelas 11h00, no dia 29 de junho.

AJUDAR OS CLIENTES A ENTRAR NO UNIVERSO DIGITAL

O desafio da Riopele é ainda mais exigente. “No âmbito deste projeto, a Riopele vai ajudar os seus clientes nesta transição digital”, uma vez que “as empresas que não possuam equipas internas de execução de amostras digitais, poderão recorrer à tecnologia da Riopele para entrar nesta nova era digital”. Para Rui Oliveira “a nossa convicção é que o físico e digital não são mutuamente exclusivos, mas sim complementares”. “O metaverso – continuou – irá trazer ganhos em termos de rapidez de desenvolvimento de coleções, eliminará os desperdícios da cadeia de valor da Indústria Têxtil e do Vestuário, promovendo a sustentabilidade por essa via, e melhorará a capacidade de oferta de coleções adequadas a cada cliente de forma custo-eficiente”.

A Riopele iniciou a abordagem ao metaverso há cinco anos. “Apesar do termo ter ganho popularidade recentemente, as tecnologias subjacentes já existem há muito. Podemos citar por exemplo o controlo e acompanhamento de produção em tempo real numa das nossas “fábricas”, através do metaverso, projeto esse que já se encontra operacional desde 2018”, recorda Rui Oliveira.

Segundo o Diretor de Sistemas de Informação da Riopele, “as coleções digitais são claramente catalisadoras da criatividade”. Por um lado, “a digitalização tem-nos permitido um acesso facilitado ao conhecimento inimaginável há algumas décadas, o que ao ser bem utilizado e bem “filtrado” pelos recetores desse conhecimento, permite fontes de inspiração mais diversificadas e ricas.” Por outro lado, “apesar de já começarmos a ter acesso a tecnologias 3D e tecnologias imersivas e de realidade virtual ou aumentada, a forma como captamos a atenção de clientes empresariais ou consumidores finais é muito mais complexa. Isto obriga a uma maior criatividade das coleções e de como as mesmas são apresentadas num ambiente digital.” “O tempo que temos para captar a atenção no digital é muito menor pois estamos a interagir com no máximo 3 sentidos de clientes ou compradores. Temos que ser muito mais criativos para marcar a diferença”, concluiu.

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