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Vila Nova de Famalicão
Quarta-feira, 26 Janeiro 2022
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AUTORIA

Carlos Jorge Figueiredo

15 POSTS
É farmacêutico, nasceu em Anadia e está radicado em Famalicão desde 1993. Fundador do núcleo local da Iniciativa Liberal.

O vírus da abstenção

Se tivermos em conta que há muita gente a defender a vacinação obrigatória, não vejo como não colocar ao mesmo nível a obrigatoriedade do voto. No limite, é este que decide se iremos viver com mais ou menos liberdade, com mais ou menos saúde, com mais ou menos segurança.

Leis discriminatórias são inaceitáveis

Leis que discriminem trabalhadores em função do sector em que trabalhem, público ou privado, são inaceitáveis. As sociedades não podem ser divididas em castas ou elites, em que uns são sacrificados, para que outros possam ter uma vida mais confortável e relaxada.

Quando os partidos políticos viram clubes de futebol

Mal vai uma sociedade quando um partido político é vivido como um clube de futebol. A vida política e a governação de um país é muito mais importante que o futebol.

Dez votos que nos fizeram regressar a 1976

Temos governantes que, para sobreviverem enquanto políticos, preferem governar “à portuguesa”. Desejo que Mário Passos seja rigoroso e competente no exercício das suas funções: isto é, gastar apenas o necessário para melhorar as condições de vida de todos os famalicenses e não apenas de alguns!

Bem-vindos a 2025

Passou a existir uma grande transparência da gestão camarária. Nunca mais se falou de cunhas e favores, tendo os próprios funcionários camarários apreciado esta mudança profunda de hábitos de favorecimento e clientelismo, com décadas de existência.

A mesma água nunca passa duas vezes por baixo da mesma ponte

Se fizermos uma análise fria sobre a realidade política portuguesa, teremos de reconhecer que os eleitores têm toda a razão em não acreditar nos políticos, porque salvo raras exceções, estes tem tido um desempenho mais a pensar no seu futuro político, do que a pensar nas pessoas.

E se os “mouros” formos nós? Sim, os famalicenses!

Apesar de Famalicão o segundo concelho mais exportador do País, os trabalhadores famalicenses têm um rendimento médio inferior à média nacional. Mas sobre isto o que dizem os protagonistas políticos locais? Nada. Acredito que tudo deveria ser feito para aumentar os rendimentos dos famalicenses. Mas de que forma? Diminuindo os impostos municipais.

Vamos derrubar o muro? O muro do clientelismo, do compadrio e do medo!

Milhões em contratos de avenças, associações que servem interesses de amigos ou sem atividade conhecidas, pressões a autarcas locais e jornais são alguns dos ingredientes do muro da vergonha em Famalicão. A continuidade ou não deste muro da vergonha em Famalicão depende de si e, dos restantes eleitores famalicenses.

A falta de transparência da coisa pública

Sobre as obras que se fazem, há um verdadeiro sentimento de suspeição sobre a adjudicação das mesmas. (...) Já repararam que, nos últimos 10-15 anos, pagaram-se indemnizações a particulares na ordem dos 12 milhões de euros, sem que fosse esclarecido quem cometeu tais deslizes e as consequências para os seus responsáveis?

Subsídios às associações: é preciso exigência e rigor

Há associações no concelho que recebem anualmente dezenas de milhares de euros (dos nossos impostos) sem que se conheça atividade relevante. Claro que não incluo todas as associações no “mesmo saco”. Até posso admitir o reforço de apoio para associações que são essenciais e bem geridas. Mas tal só será possível quando formos exigentes e rigorosos nos restantes apoios concedidos.

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