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Vila Nova de Famalicão
Domingo, 19 Setembro 2021
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AUTORIA

Carlos Jorge Figueiredo

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É farmacêutico, nasceu em Anadia e está radicado em Famalicão desde 1993. Lidera o núcleo local da Iniciativa Liberal.

Bem-vindos a 2025

Passou a existir uma grande transparência da gestão camarária. Nunca mais se falou de cunhas e favores, tendo os próprios funcionários camarários apreciado esta mudança profunda de hábitos de favorecimento e clientelismo, com décadas de existência.

A mesma água nunca passa duas vezes por baixo da mesma ponte

Se fizermos uma análise fria sobre a realidade política portuguesa, teremos de reconhecer que os eleitores têm toda a razão em não acreditar nos políticos, porque salvo raras exceções, estes tem tido um desempenho mais a pensar no seu futuro político, do que a pensar nas pessoas.

E se os “mouros” formos nós? Sim, os famalicenses!

Apesar de Famalicão o segundo concelho mais exportador do País, os trabalhadores famalicenses têm um rendimento médio inferior à média nacional. Mas sobre isto o que dizem os protagonistas políticos locais? Nada. Acredito que tudo deveria ser feito para aumentar os rendimentos dos famalicenses. Mas de que forma? Diminuindo os impostos municipais.

Vamos derrubar o muro? O muro do clientelismo, do compadrio e do medo!

Milhões em contratos de avenças, associações que servem interesses de amigos ou sem atividade conhecidas, pressões a autarcas locais e jornais são alguns dos ingredientes do muro da vergonha em Famalicão. A continuidade ou não deste muro da vergonha em Famalicão depende de si e, dos restantes eleitores famalicenses.

A falta de transparência da coisa pública

Sobre as obras que se fazem, há um verdadeiro sentimento de suspeição sobre a adjudicação das mesmas. (...) Já repararam que, nos últimos 10-15 anos, pagaram-se indemnizações a particulares na ordem dos 12 milhões de euros, sem que fosse esclarecido quem cometeu tais deslizes e as consequências para os seus responsáveis?

Subsídios às associações: é preciso exigência e rigor

Há associações no concelho que recebem anualmente dezenas de milhares de euros (dos nossos impostos) sem que se conheça atividade relevante. Claro que não incluo todas as associações no “mesmo saco”. Até posso admitir o reforço de apoio para associações que são essenciais e bem geridas. Mas tal só será possível quando formos exigentes e rigorosos nos restantes apoios concedidos.

A falácia dos orçamentos

Em ano de eleições anuncia-se “o maior orçamento de sempre”. Será que isso é bom? É que para haver despesa, precisa existir receita. Num orçamento como o da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, de mais de 130 milhões de euros, poderíamos falar numa poupança mínima de 5%. A gestão pública responsável é pensar no futuro e não em promessas eleitorais.

Os passeios da cidade estão a encolher

Passeios estreitos, desnivelados, irregulares e esburacados. Esplanadas, rampas e muros que não se percebe como é possível que tenham sido autorizados. Um olhar sobre uma cidade onde é cada vez mais difícil andar a pé, com cadeiras de rodas ou empurrando carrinhos de bebé.

Ano Novo, Políticas Velhas!

Nós, portugueses, temos um défice muito grande de literacia política, económica e financeira. Temos um grande interesse pelo futebol, somos quase todos treinadores de bancada, mas não temos o mesmo interesse pela política, o que torna a mudança mais improvável de acontecer. Gostaria muito que o Ano Novo, não tivesse políticas velhas. A começar pela próxima Presidência da República e a acabar na Presidência da Câmara Municipal de Famalicão. Não há nenhum indício que o ano de 2021 e seguintes, sejam muito diferentes dos anos anteriores. As mesmas políticas com os mesmos protagonistas, não darão resultados diferentes!

Uma gestão autárquica socialista ou social-democrata, tanto faz!

Um autarca liberal tem como missão defender o pagador de impostos, sem pôr em causa nenhum serviço essencial. Distribuir subsídios por toda a gente, não é um serviço público, em termos autárquicos.

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