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Vila Nova de Famalicão
Terça-feira, 9 Agosto 2022
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AUTORIA

José Tinoco

7 POSTS
Natural de Pousada de Saramagos, é licenciado em Gestão de Empresas e pós-graduado em Finanças Empresariais. É economista, contabilista certificado e especialista em fiscalidade. É fundador e CEO da Ponto Mais.

O respeito está em “obras”

Exige-se planear e colocar os interesses dos munícipes acima da “memória recente” dos eleitores. Estes não sofrem de amnésia nem tão pouco de estupidez.

Moratórias bancárias – “Assobia para o lado”

Não vejo outra alternativa que não seja ir “desligando a máquina” aos poucos, com a cronologia bem definida de modo que todos os players conheçam as regras e os tempos do crescimento das suas responsabilidades.

Bazuca europeia: será mais uma vez pólvora seca?

Embora com algumas reservas, estarei esperançoso de que a “bazuca europeia” não seja, como no passado, um caderno de boas intenções e que no final seja apenas “pólvora seca”.

Depois da tempestade vem a bonança… e o aumento dos preços!

Os primeiros tempos após os levantamentos de limitações e aberturas das economias são de autêntica loucura de consumo. A estabilidade generalizada dos preços na última década pode ter deixado de ser uma realidade e, por isso, terão as empresas que ajustar os seus mecanismos do processo produtivo e antecipar este eventual efeito que será por certo mundial.

Empresas fortes, precisam-se!

A excessiva dependência das instituições financeiras e até mesmo do crédito de fornecedores, coloca a empresa, em parte, nas mãos de externos à mesma. De certo modo amputa a liberdade dos empresários e das suas decisões, coloca em causa a sua rentabilidade e determina uma menor capacidade de crescimento.

A economia ligada ao ventilador

Não posso deixar de sublinhar a angústia que representa ser, neste momento, empresário em Portugal. Remamos ao sabor do vento. Precisamos de lideranças firmes e verdadeiras, não de promessas que fiquem prezas na malha complexa do Estado.

O (tele)drama do trabalho em pandemia

O drama do teletrabalho que nos vem sendo imposto, por motivos de saúde pública e individual, é um autêntico “assalto” ao nosso lar. O local onde é suposto descansarmos e brincar com os nossos filhos é agora também o nosso espaço de trabalho.

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