Vila Nova de Famalicão celebra esta quinta-feira, 9 de julho, o Dia da Cidade, com a habitual sessão solene de entrega de medalhas de mérito municipal, marcada para as 18 horas, na Casa das Artes. Este ano serão homenageadas 36 individualidades e 16 instituições, mas entre as distinções não consta, mais uma vez, a Medalha de Mérito Municipal Ambiental.
O galardão foi criado em 2023, quando a Câmara Municipal introduziu duas novas categorias no Regulamento de Atribuição de Galardões Municipais: o Mérito Municipal Ambiental e o Mérito Municipal de Ciência.
Nesse mesmo ano, na sessão solene do Dia da Cidade, a distinção ambiental foi atribuída a Helena Freitas, famalicense e diretora do Parque de Serralves. Na ocasião, a homenageada afirmou: “Temos todos que ser guardiões do ambiente e da natureza. Não haverá prosperidade económica e social se não tivermos essa condição.”
Desde então, a medalha não voltou a ser entregue. Nos anos seguintes (2024, 2025 e, agora, 2026) nenhuma individualidade ou instituição foi distinguida com o Mérito Municipal Ambiental, apesar de a categoria se manter formalmente prevista no regulamento municipal.
O contraste é evidente quando comparado com a outra categoria criada na mesma altura: o Mérito Municipal de Ciência.
A medalha de Mérito Municipal de Ciência foi atribuída em todos os anos desde a sua criação, nomeadamente a Ana João Rodrigues, neurocientista, em 2023; a João Cerejeira em 2024; a Pedro Castro Fernandes em 2025; e este ano, na sessão solene realizada ontem, a distinção foi entregue à cientista Ana Catarina Azevedo.
O NOTÍCIAS DE FAMALICÃO contactou a Câmara Municipal para saber por que razão o galardão não voltou a ser atribuído desde a sua criação, em 2023, mas até ao momento não obtivemos resposta.
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